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Trump Afirma que EUA Terão Groenlândia de Um Jeito ou de Outro: Análise Completa

Trump Afirma que EUA Terão Groenlândia de Um Jeito ou de Outro: Análise Completa
Trump Afirma que EUA Terão Groenlândia de Um Jeito ou de Outro: Análise Completa Foto: ArtHouse Studio / Pexels

📌 RESUMO DA NOTÍCIA


⚖️ Caso: Declaração de Trump sobre aquisição da Groenlândia

📅 Data: 11/01/2026

⚡ Decisão: Trump declarou que os EUA obterão a Groenlândia por acordo ou outro meio para evitar controle russo ou chinês, reforçando interesse estratégico militar.

🏛️ Instância: Casa Branca e Governo dos EUA



O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos terão a Groenlândia 'de um jeito ou de outro'. A declaração foi feita no dia 11 de janeiro de 2026, a bordo do Air Force One, durante retorno da Flórida à Casa Branca. Trump justificou a necessidade estratégica para conter Rússia e China no Ártico.


Principais Pontos

• Trump prefere acordo com Dinamarca, mas não descarta outros meios para controlar a ilha autônoma.

• Groenlândia é vital para defesa antimísseis e monitoramento naval dos EUA no Atlântico Norte.

• Casa Branca discute compra, incluindo oferta de até US$ 100 mil por habitante em plebiscito.

• Dinamarca e Europa rejeitam veementemente qualquer venda ou anexação da Groenlândia.

• Declarações de Trump ameaçam alianças como Otan e direito internacional.


💬 "“Claro que adoraria fazer um acordo com eles. É mais fácil. De um jeito ou de outro, vamos ficar com a Groenlândia.” Donald Trump, a bordo do Air Force One, 11/01/2026."



Contexto da Declaração de Trump


A declaração de Donald Trump sobre a Groenlândia ocorre em meio a crescentes tensões geopolíticas no Ártico. No dia 11 de janeiro de 2026, durante conversa com jornalistas no Air Force One, o presidente reafirmou seu interesse em incorporar o território autônomo da Dinamarca aos EUA. Essa posição não é nova, pois Trump já havia expressado desejo similar em ocasiões anteriores, destacando a importância estratégica da ilha.

Trump argumenta que a posse da Groenlândia é essencial para a segurança nacional americana. Ele mencionou a presença de navios russos e chineses nas águas árticas, alertando que, sem controle americano, rivais ocupariam a região. A ilha abriga bases militares dos EUA desde 1951, mas o presidente considera esses acordos insuficientes para defesa plena.

A Casa Branca confirmou discussões internas sobre uma possível compra. Uma porta-voz revelou que o governo avalia opções, incluindo pagamentos aos 57 mil habitantes da Groenlândia. Apesar disso, autoridades dinamarquesas insistem que o território não está à venda.

Essa retórica ganhou força após operações militares recentes, como a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, reacendendo temores de intervenções semelhantes no Ártico.


Importância Estratégica da Groenlândia


A Groenlândia possui posição geográfica única no Atlântico Norte, crucial para o sistema de alerta antimísseis dos EUA. Bases como Thule monitoram lançamentos nucleares e atividades navais, servindo como pilar da defesa americana. Trump enfatizou que proteger essa área exige propriedade plena, não apenas arrendamento.

Com o derretimento do gelo ártico, rotas marítimas se abrem, atraindo interesses russos e chineses. Dados de navegação indicam presença chinesa na Rota Marítima do Norte, próxima à Rússia, o que preocupa Washington. Trump alertou que perder a Groenlândia significaria vizinhança indesejada com potências rivais.

Além da defesa, a ilha oferece recursos minerais e posição para projeção de poder no hemisfério norte. Trump descartou minerais como motivo principal, focando em segurança nacional e prevenção de ocupações estrangeiras.

Os EUA já possuem presença militar sob acordo de 1951 com a Dinamarca, mas Trump critica a falta de investimentos dinamarqueses em defesa, comparando-a a 'dois trenós puxados por cães'.


Opções de Aquisição Propostas


O governo Trump prioriza a compra negociada com a Dinamarca. Secretário de Estado Marco Rubio indicou essa via como preferida, mas Trump admitiu considerar força militar se necessário. A Casa Branca estuda ofertas de US$ 10 mil a US$ 100 mil por habitante para apoiar anexação via plebiscito.

Modelos como acordo de livre associação, similar às Ilhas Marshall, são avaliados. Nesse esquema, a Groenlândia receberia financiamento e proteção militar em troca de anexação. No entanto, qualquer venda exigiria plebiscito devido à autonomia local.

Historicamente, aquisições territoriais são raras desde o século XIX, como a compra das Filipinas pelos EUA da Espanha. O direito internacional permite vendas, mas condições como consentimento popular complicam o processo.

Líderes groenlandeses, como a ministra Vivian Motzfeldt, exigem participação: 'Nada sobre a Groenlândia sem a Groenlândia'. Eles pedem reuniões para discutir o futuro.


Reações da Dinamarca e Europa


A Dinamarca repudiou firmemente as declarações de Trump, reafirmando soberania sobre a Groenlândia. Autoridades em Copenhague classificaram as ameaças como inaceitáveis, invocando laços na Otan. Trump, por sua vez, disse ao New York Times estar disposto a sacrificar a aliança pela ilha.

Europa expressa preocupação com o desrespeito ao direito internacional. Líderes veem nas falas de Trump risco de erosão de normas globais e instabilidade no Atlântico Norte. A rejeição é unânime, com chamadas por diálogo respeitoso.

Na Groenlândia, opiniões dividem-se: alguns veem benefícios econômicos na associação aos EUA, enquanto outros defendem autonomia e laços dinamarqueses. A população de 57 mil habitantes monitora tensamente os desdobramentos.

A secretária de imprensa Karoline Leavitt confirmou discussões ativas, mas sem cronograma definido, intensificando o impasse diplomático.


Implicações Geopolíticas Globais


A crise pode implodir a Otan, aliança entre EUA e Dinamarca. Trump afirmou não precisar do direito internacional, priorizando interesses americanos. Isso sinaliza mudança na política externa, com foco em poder unilateral.

Rússia e China observam, podendo explorar divisões ocidentais. A presença naval chinesa no Ártico já é notada, e Moscou mantém bases próximas. Controle americano da Groenlândia fortaleceria posição dos EUA na região.

Economicamente, anexação traria custos bilionários, mas ganhos estratégicos. Ofertas financeiras visam conquistar apoio local, mas plebiscito é incerto.

Especialistas alertam para precedentes perigosos, comparando a expansões imperiais históricas.


Histórico de Interesse Americano


Os EUA manifestam interesse pela Groenlândia desde o século XIX, com propostas de compra à Dinamarca. Acordo de 1951 permitiu base em Thule, mas tensões persistem. Trump reviveu o debate em 2019 e agora em 2026.

Em dezembro de 2025, Trump reiterou necessidade pela segurança nacional. Declarações recentes escalam para ameaças explícitas de controle inevitável.

A ilha, com área similar ao Alasca, representa oportunidade de expansão territorial inédita desde 1898.


Perguntas Frequentes


❓ Por que Trump quer a Groenlândia?

Trump justifica pela segurança nacional, alertando para riscos de ocupação por Rússia ou China. A ilha é chave para defesa antimísseis e monitoramento ártico, com bases americanas existentes insuficientes segundo ele.


❓ A Groenlândia pode ser comprada legalmente?

O direito internacional permite vendas territoriais com consentimento, mas exige plebiscito na Groenlândia autônoma. Casos históricos são raros, como Filipinas em 1898, e Dinamarca rejeita qualquer negociação.


❓ Quais opções o governo Trump considera?

Prioriza compra com ofertas financeiras aos habitantes, acordos de associação ou, em último caso, ação militar. Casa Branca discute ativamente, mas sem exclusão de força.


❓ Como a Dinamarca reagiu às declarações?

Com repúdio total, afirmando que Groenlândia não está à venda e invocando soberania. Líderes pedem respeito à Otan e direito internacional, exigindo participação local.


Conclusão


Donald Trump intensificou retórica sobre Groenlândia, declarando que EUA a obterão 'de um jeito ou de outro' por motivos estratégicos contra rivais. Apesar preferência por acordo, ameaças militares preocupam aliados. Dinamarca rejeita, mas discussões na Casa Branca prosseguem, com implicações para Otan e Ártico.

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Fontes Oficiais: Principais Portais de Notícias


Foto: ArtHouse Studio via Pexels

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